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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Fotos antigas de São Félix, no Recôncavo da Bahia

Desde as primeiras décadas de sua existência a fotografia já mostrava o seu imenso potencial de uso. A produção fotográfica de unidades avulsas, de álbuns ou de coletâneas impressas abrangia um espectro ilimitado de atividades, especialmente urbanas, e que davam a medida da capacidade da fotografia em documentar eventos de natureza social ou individual, em instrumentalizar as áreas científicas, carentes de meios de acesso a fenômenos fora do alcance direto dos sentidos, as áreas administrativas, ávidas por otimizar funções organizativas e coercitivas, ou ainda em possibilitar a reprodução e divulgação maciça de qualquer tipologia de objetos. (leia mais em Fotografia e História: ensaio bibliográfico)

Neste sentido, a disponibilização de imagens fotográficas para o público leitor deste blog, é uma máxima que nós desejamos, pois a imagem revela muitos segredos. 

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Enchente em São Félix - cedido por Fabrício Gentil
Navio da Empresa de Navegação Baiana, durante uma enchente do Rio Paraguaçú. Por questões de segurança, quando as águas do Rio saíam do seu nível normal, a Ponte D.Pedro II era usada como atracadouro. Fabrício Gentil
Outro aspecto da Avenida Salvador Pinto (Porto), com os saveiros. — cedido por Fabrício Gentil 
Paço Municipal, ainda como sede da Intendência.
O prédio abrigava nessa época também Cadeia Pública, o Fórum e a Câmara Municipal.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Ponte D.Pedro II, com pórtico na entrada em homenagem ao Deputado autor da lei que extinguiu a cobrança de pedágio na Ponte. A direita, fachada lateral da Fábrica Costa Penna, onde hoje está o Iguatemi. No prédio a esquerda funcionava uma escola, parcialmente destruída num descarrilamento do trem.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Sobrado onde morou Castro Alves em São Félix, na antiga Praça do Progresso, hoje Inácio Tosta. Ali nasceu Elisa, irmã do poeta. O sobrado (terceiro a direita) foi provavelmente construído por seu avô, Major Antônio de Castro, comandante da milícia que derrotou as forças portuguesas em 1822.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Praça José Ramos, ainda com os ramais da linha férrea que ligavam a Barragem de Bananeiras a Estação e ao Chalé Guinle.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Praça Rui Barbosa, antigo Largo da Estação, antes da Estátua. Nota-se ao fundo o Alto da Santa Cruz com poucas construções.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida
Rua Manoel Vitorino (Dendê), ainda com pedras tipo "cabeças de negro". A linha férrea que se vê na foto é do ramal que ligava o Chalé a Barragem de Bananeiras.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Rua Senador Themístocles, centro comercial de São Félix
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Vista de Cachoeira. Cedido por Fabrício Gentil
Enchente em São Félix, cedido por Fabrício Gentil
São Félix vista de Cachoeira, provavelmente do Largo do Monte
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
São Félix vista do Chalé Guinle. Detalhe para os carros de época.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.


Enchente do Rio Paraguassu - Março 1911.
São Félix, pátio de manobras e Oficinas da Estrada de Ferro, parcialmente inundados. Neste local, hoje estão o Ginásio de esportes e a residência da UFRB. Fabrício Gentil

Vista dotelhado da Igreja de São Félix, cedido por Fabrício Gentil
Trecho da Rua J.J. Seabra (antes do alargamento)
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Trecho Inicial da Ladeira da Misericórdia.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Visita do Presidente Getúlio Vargas em São Félix - 1933 - cedido por Fabrício Gentil
Associados do Clube dos Alemães, que existia na cidade.
Cedido por Roberto Cordeiro, no mural de São Félix.
Enchente na Avenida Salvador Pinto, Porto de São Félix, cedido por Fabrício Gentil
Avenida Salvador Pinto, Porto de São Félix, em 1934.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. 
Barragem Jerry O'Connel. (Barragem de Bananeiras). Hoje submersa. Fabrício Gentil
Prédio da Agência do Banco do Brasil em São Félix. cedido por Fabrício Gentil.
Enchente na década de 1940, Praça José Ramos, São Félix. Á esquerda, parte do complexo da Fábrica Costa Penna e Cia, onde hoje está a Praça Antônio Almeida Maia e a Rodoviária.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
Igreja de Senhor São Félix, antes da construção da Escola Paroquial. O prédio a direita é hoje a agência do Banco do Brasil. Nota-se ao fundo, á esquerda a Casa da Família Ferreira, antigo Colégio onde segundo a tradição Castro Alves teria estudado.
Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Fotos coloridas da Primeira Guerra Mundial tiradas pelo francês Fernand Cuville

Em seu blog, Alexandre Belém, disponibilizou algumas fotografias da Primeira Grande Guerra Mundial que fiz questão de republicá-las devido ao seu teor histórico e à experiência que estas imagens podem trazer ao público leitor deste blog.

Segundo Alexandre Belém "Normalmente, fatos históricos do século XIX e do começo do século XX são lembrados por meio de fotografias preto e branco. Porém, a memória ganha cores no trabalho de alguns inventores curiosos e pioneiros das técnicas fotográficas. Durante a I Guerra Mundial, o fotógrafo francês Fernand Cuville (1887-1927) registrou cenas de algumas cidades da França arruinadas pelos combates. Cuville era fotógrafo do exército francês e usou o processo fotográfico autochrome, o precursor da fotografia colorida em película e dos filmes diapositivos (slides).

O processo, arcaico para os dias de hoje, foi inventado pelos irmãos Lumière em 1903. Patenteadas e vendidas em larga escala a partir de 1907, as chapas de vidro de autochrome tinham uma emulsão fotográfica sensível e usavam grãos de amido tingidos com três cores (azul, verde e vermelho) que serviam como um filtro para formar a imagem colorida. O autochrome se tornou um sucesso comercial na década de 1910, com até 5 mil chapas vendidas por dia na França."

1.  Soldados franceses durante construção de ponte, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

2.  Soldados franceses, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

3.  Membros da Cruz Vermelha, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

4. Bombeiros, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

5.  Soldados franceses, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

6.  Moradores transportando seus pertences, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

7.  Soldados franceses cozinhando, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

8.  Soldados franceses lavando roupa, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

9.  Soldados franceses durante construção de ponte, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

10.  Soldados franceses lavando roupa, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

11.  Soldados franceses em trincheira, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

12.  Médicos e enfermeiras franceses, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

13.  Loja destruída após bombardeio alemão, Bucy-le-Long, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

14. Acampamento francês, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

15.  Teatro em ruínas, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

16.  Soldados africanos do exército francês – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

17.  Soldados franceses, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

18.  Trabalhador argelino depois de ser libertado dos alemães, Oise, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

19.  Soldado marroquino, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

20.  Soldado da Indochina, Soisson, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

21.  Garota em Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

22.  Soldado francês mostra munição alemã, Reims, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

23.  Soldados franceses, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

24.  Soldados franceses, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

25.  Soldados franceses, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)

26.  Soldados franceses, Aisne, França – 1917. (Fernand Cuville/Galerie Bilderwelt/Getty Images)
Fonte: Revista Veja