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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Festa e Comida é o tema do VI Congresso de História

Mascarados de Maragojipe, uma das manifestações a serem discutidas no congresso Foto: Rita Barreto/ Bahiatursa  
Termina dia 20, sábado, o prazo para se inscrever no VI Congresso de História da Bahia, a ser realizado em Salvador de 22 a 24 de setembro, no Bahia Othon Palace. O encontro, que reúne pesquisadores nacionais e estrangeiros e tem o apoio da Bahiatursa, faz parte das comemorações dos 120 anos de fundação do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB). O tema é Festa e Comida.

Estão sendo esperadas milhares de pessoas, dentre elas, professores, pesquisadores, estudantes, profissionais do setor de gastronomia e outros interessados no assunto. Entre os convidados estão à pesquisadora goesa Maria de Lourdes Bravo da Costa, que vai tratar do tema Descobrimentos portugueses e a sua influência na comida goesa, e o professor congolês Kazadi Mukuna, que falará sobre A origem africana do samba: mito ou realidade?Salva

Nas comissões específicas serão debatidos assuntos relacionados às festas de São Nicodemos, São Sebastião, Nossa Senhora do Rosário, de Santana e Santa Bárbara. Também os mascarados de Maragogipe, a festa dos vaqueiros de Curaçá, da Irmandade da Boa Morte, o Carnaval da Bahia, além dos festejos de futebol, ligados às celebrações das torcidas do Bahia e do Vitória.

Mitos da cozinha afro-brasileira, a feijoada, o pãozinho delícia, a culinária sertaneja, do garimpo, de santo e dos índios e o acarajé serão discutidos no conclave. O evento conta com o apoio do Governo do Estado através das Secretarias do Turismo/Bahiatursa, de Desenvolvimento, da Cultura e Irdeb, além da Prefeitura de Salvador, UCSaL e Rádio Metrópole. Será presidido pela historiadora Consuelo Pondé de Sena e coordenado pela professora Maria Helena Flexor.

Durante o encontro, serão discutidos temas sobre festas e comidas típicas da Bahia e dos países que tiveram contatos com os portugueses, com o objetivo de resgatar essas tradicionais manifestações cultuais. As inscrições podem ser feitas através do site www.ighb.org.br. Outras informações através do tel: (071) 3329/4463 e e-mail: ighbahia@gmail.com.

Fonte: Bahiatursa

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Livro 'Suerdieck, Epopeia do Gigante' reconstituiu a história de um império charuteiro


No livro ‘Suerdieck, Epopeia do Gigante’, Ubaldo Marques Porto Filho reconstituiu a história de um império charuteiro, que chegou a ter 16 empresas, sendo quatro na Europa. Com três fábricas de charutos no Recôncavo Baiano (Maragogipe, Cruz das Almas e Cachoeira), foi a maior produtora de charutos brasileiros em todos os tempos e teve um período que manteve a liderança na produção mundial de charutos totalmente artesanais.

A epopeia da Suerdieck começou em 1892, como exportadora de fumos sediada em Cruz das Almas, onde também findou as atividades, em dezembro de 1999. A saga durou 107 anos, sendo 94 dedicados aos charutos que ficaram conhecidos nos quatro cantos do mundo.

Para reconstituir a longa trajetória, Ubaldo pesquisou centenas de documentos e entrevistou dezenas de pessoas que participaram da etapa final do antigo império. Ele próprio foi testemunha dessa fase, pois trabalhou na Suerdieck de 1965 até 1969.

O livro, com 400 páginas no formato grande (18,5x25,5), contém 446 lustrações, segredos na fabricação dos charutos e a relação das 464 marcas, sendo que chegou a ter 300 na linha de produção simultânea.

Não há, na história dos charutos brasileiros, nenhum livro com a riqueza de informações que ‘Suerdieck, Epopeia do Gigante’ oferece aos pesquisadores e leitores em geral.

Para acessar o livro em PDF basta entrar no site do autor: Ubaldo Marques Porto Filho

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Livro mostra realidade da cultura do tabaco no Recôncavo baiano

Salvador – Patrimônio histórico da Bahia, a cultura do fumo (ou tabaco) já não vive tempos áureos no estado. O setor enfrenta uma conjunção de fatores que impõem entraves ao seu desempenho, muito embora os charutos produzidos há quase 200 anos na região do Recôncavo estejam entre os melhores da América do Sul. Para se buscar a recuperação do segmento, é necessário investir em aspectos agrários, sociais e em inovação.

Uma nova visão da realidade da cultura e da indústria do tabaco e perspectivas para o futuro é a proposta do livro “Tabaco da Bahia”, de autoria do especialista Jean Baptiste Nardi, que será lançado nesta sexta-feira (dia 13), às 18 horas, na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).

Patrocinado pelo Sindicato da Indústria do Tabaco no Estado da Bahia (Sinditabaco), presidido por Odacir Tonelli Strada, o livro procura enfocar com olhar crítico a cadeia produtiva do fumo, procurando revelar as razões da decadência do setor na Bahia. De acordo com o autor, os limites do mercado de tabaco tipo Bahia e do charuto, as tarifas alfandegárias, as medidas não tarifárias e a política sanitária impostas por países compradores, contribuem para a crise atual do setor.

Jean Baptiste Nardi possui doutorado em Ciência Econômica pela Unicamp e é reconhecido como especialista na cadeia produtiva do fumo. No livro “Tabaco da Bahia” o autor observa que é “patente o desconhecimento da realidade da cultura e da indústria do fumo na Bahia e no Nordeste.”

domingo, 26 de maio de 2013

Documentos antigos de Maragogipe podem ser encontrados na Hemeroteca Digital Brasileira

Sabemos o quanto é difícil a busca de documentos originais (fontes) que revelem uma pouco da História de Maragogipe,  todavia em uma rápida pesquisa no site da Biblioteca Nacional encontramos os serviços da Hemeroteca Digital Brasileira e nela, encontramos quase 3000 citações de Maragogipe (com o grafema G) e seus distritos, em documentos do século XVII até o século XX. Vale a pena conferir.

Clique em HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA para entrar no site

Vale lembrar que você deve pesquisar não somente em arquivos da Bahia, mas de outros estados e em nível nacional e internacional. Além do espaço, você pode escolher a temporalidade, o periódico e outras funcionalidades. Esta é uma ótima fonte para você que é pesquisador da História de Maragogipe e de outras localidades.



Leia a introdução da própria instituição BN:
A Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos – jornais, revistas, anuários, boletins etc. – e de publicações seriadas.

Na HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA pesquisadores de qualquer parte do mundo passam a ter acesso, inteiramente livre e sem qualquer ônus, a títulos que incluem desde os primeiros jornais criados no país – como o Correio Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro, ambos fundados em 1808 – a jornais extintos no século XX, como o Diário Carioca e Correio da Manhã, ou que não circulam mais na forma impressa, caso do Jornal do Brasil.

Entre as publicações mais antigas e mesmo raras do século XIX estão, por exemplo, O Espelho, Reverbero Constitucional Fluminense, O Jornal das Senhoras, O Homem de Cor, Marmota Fluminense, Semana Illustrada, A Vida Fluminense, O Mosquito, A República, Gazeta de Notícias, Revista Illustrada, O Besouro, O Abolicionista, Correio de S. Paulo, Correio do Povo, O Paiz, Diário de Notícias, e também os primeiros jornais das províncias do Império.

Quanto ao século XX, podem ser consultados revistas de grande importância como Careta, O Malho, O Gato, Revista da Semana, Klaxon, Revista Verde, Diretrizes e jornais que marcaram fortemente a história da imprensa no Brasil, como A Noite, Correio Paulistano, A Manha, A Manhã e Última Hora.

Periódicos de instituições científicas também compõem um segmento especial do acervo já disponível. São alguns deles os Annaes da Escola de Minas de Ouro Preto, O Progresso Médico, a Revista Médica Brasileira, os Annaes de Medicina Brasiliense, o Boletim da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, a Revista do Instituto Polytechnico Brasileiro, a Rodriguesia: revista do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Jornal do Agricultor, entre muitos outros. O pesquisador pode consultar também outras modalidades de publicação, como o Boletim da Illustríssima Câmara Municipal da Corte, os Relatórios dos Presidentes das Províncias (no Império) o Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, a Revista do Archivo Público Mineiro, a Gazeta dos Tribunaes: dos juízes e factos judiciaes, do foro e da jurisprudência (Rio de Janeiro) etc.

A consulta, possível a partir de qualquer aparelho conectado à internet, é plena e avançada. Pode ser realizada por título, período, edição, local de publicação e palavra(s). A busca por palavras é possível devido à utilização da tecnologia de Reconhecimento Ótico de Caracteres (Optical Character Recognition – OCR), que proporciona aos pesquisadores maior alcance na pesquisa textual em periódicos. Outra vantagem do portal é que o usuário pode também imprimir em casa as páginas desejadas.

Além da chancela do MINISTÉRIO DA CULTURA, a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA é reconhecida pelo MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA e tem o apoio financeiro da FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS – FINEP, o que tornou possível a compra dos equipamentos necessários e a contratação de pessoal para a sua criação e manutenção. Neste momento do lançamento do portal – julho de 2012 –, são cinco milhões de páginas digitalizadas de periódicos raros ou extintos à disposição dos pesquisadores, número que se multiplicará com a continuidade da reprodução digital.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mapas Históricos de Maragogipe na Biblioteca Digital Mundial da UNESCO

Encontrar mapas históricos sobre a região do recôncavo da Bahia é um pouco difícil, mas dedicação e muita paciência pode resolver nosso problema. Pesquisando na net, me deparei com uma Biblioteca Digital Mundial que disponibiliza diversos mapas históricos, além de outros tipos de publicações, como: livros, manuscritos, registros fonográficos, etc... Esta Biblioteca tem o apoio e colaboração das Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (UNESCO).

É, sem sombras de dúvidas um acervo interessantíssimo, principalmente, com relação a mapas e imagens do nosso interesse. Nele podemos encontrar alguns dos mapas do Brasil como:
  • A Baía de Todos os Santos; (Nosso interesse maior)
  • Região compreendida entre o rio Amazonas e São Paulo;
  • Fortaleza do Brum em Pernambuco;
  • Carta do Império do Brasil;
  • Guiana, ou, o Reino do Amazonas;
  • O Maranhão ou Rio Amazonas com a Missão da Companhia de Jesus
  • Mapa da Batalha de Catalão: Datado de 4 Janeiro de 1817;
  • Mapa da Baía de Todos os Santos no Sul do Brasil;
  • Mapa Geográfico do Brasil;
  • O Curso do Rio do Amazonas, Segundo Relatos de Christopher d’Acugna.
Confira agora, alguns recortes dos mapas relacionados a Maragogipe e região. Precisei recortar os mapas, pois quando baixava para o computador, a resolução diminuía o que prejudicava a visualização de alguns dados interessantes. Todavia, para ver o mapa completo é interessante visitar o site: Biblioteca Digital Mundial.

Neste recorte abaixo, você encontra as terras do Engenho Novo e o Rio da Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Este recorte pertence ao "Mapa da Baía de Todos os Santos no Sul do Brasil" (Ver mapa completo).

Descrição: Este mapa de navegação espanhol mostra a Baía de Todos os Santos, ao largo da costa do Brasil. Indicadas no mapa estão medições da profundidade da água na baía, ilhas e fortificações costeiras e outros marcos.
Data de Criação: 1800 d.C. e 1899 d.C.
Idioma: Espanhol
Título no Idioma Original: Plano de la Bahia de Todos os Santos situada en la orla meridional del Brasil Descrição Física: 1 mapa manuscrito ; 46 x 55 centímetros

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Nos três mapas subsequentes, encontramos parte do Recôncavo Baiano, suas trilhas e estradas, as vias de Maragogipe, Nagé, Capanema, São Roque e outras. Estes recorte encontram-se no "Mapa Topográfico de Parte do Distrito de Ilhéus" (Ver mapa completo)

Descrição: Este mapa topográfico do início de século XVIII mostra o distrito de Ilhéus, no nordeste do estado brasileiro da Bahia. A região, também conhecida como IIhéus e São Jorge dos Ilhéus, foi o centro da produção açucareira do Brasil durante o período colonial. 
Criador: Teixeira, Manoel Rodriguez 
Data de Criação: 1700 d.C. e 1799 d.C. 
Idioma: Português 
Título no Idioma Original: Planta topographica em que se comprehende parte da comarca dos Ilheos 
Descrição Física: 1 mapa manuscrito : colorido ; 107 x 67 centímetros

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Este recorte do mapa retrata parte do Recôncavo da Bahia, e é perceptível a visualização de Capanema, Maragogipe, Cachoeira, São Félix, Nagé, São Tiago do Iguape, e outros. Ele é um recorte do "Mapa do Distrito da Bahia de Todos os Santos e sua Continuação para o Ocidente". (Ver mapa completo)

Descrição: Este mapa manuscrito, do início de século XVIII, mostra o interior do estado brasileiro da Bahia, nessa época, ainda inexplorado em sua maior parte. Os portugueses começaram a explorar esta região já em 1501 e logo a transformaram em um centro de cultivo e processamento de açúcar. O açúcar era exportado de várias cidades costeiras da Bahia, a mais importante das quais era Salvador. Salvador foi a primeira capital do Brasil, até 1763, quando Rio de Janeiro tornou-se a capital. 
Data de Criação: 1700 d.C. e 1799 d.C. 
Idioma: Português 
Título no Idioma Original: Mapa da Comarca da Bahia de Todos os Santos seguindo a continuação della para o poente 
Descrição Física: 1 mapa manuscrito ; de 42.5 x 53.5 centímetros


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Outros mapas históricos de Maragogipe você poderá ver na nossa página do Facebook.
Mais mapas do Brasil e Mundo, basta visitar a Biblioteca Digital Mundial.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Fotos antigas de Maragogipe, no Recôncavo da Bahia

Igreja Matriz de São Bartolomeu de Maragogipe
Nesta sessão do Blog de História, buscaremos postar um pouco da História de Maragogipe em fotografias antigas do nosso município. O que se sabe até o presente momento é que parte destas fotografias foram fruto de um ensaio fotográfico de Major, com datação aproximada da década de 30 ou 40, do século XX. Como a instituição fez amostra dessas fotografias, aproveitamos e solicitamos como forma de difundir ainda mais essas fotografias que já se tornaram patrimônio do município de Maragogipe. A fotografia que utilizamos como capa desta postagem é a imagem da Igreja de São Bartolomeu de Maragogipe, uma das mais belas igrejas do Recôncavo da Bahia, e uma das mais antigas. Aproveitem e usem-na com moderação.

Sacristia da Igreja de São Bartolomeu de Maragogipe (Major)
Altar de São Bartolomeu de Maragogipe, no centro da imagem temos o Cristo Crucificado. (Major)
Praça Conselheiro Antonio Rebouças, no centro ainda tinha um pequeno coreto, inexistente nos dias de hoje e ao fundo o prédio da Filarmônica Terpsícore Popular. (Major)
Praça João Primo Guerreiro, ou Praça do Caijá. No canto da foto percebe-se alguns saveiros. (Major)
Atual Praça Getúlio Vargas. Percebe-se no meio da imagem o padre pousando para a fotografia. (Major)
Rua Coronel Antônio Felipe de Melo, no centro o Colégio de mesmo nome (Major)
Breda pegando passageiros em Maragogipe (Major)

Porto Grande (Major)

Rua Dr. Rodrigues Lima, Enseada, ao lado Igreja de São Pedro (Major)
Imagem da cidade de Maragogipe vista do Cruzeiro (Major)
Empresa de Charutos Suerdieck, na Rua Fernando Suerdieck (Major)
Cais do Caijá (Major)
Navio Maragogipe (Major)
Empresa de Charutos Suerdieck (Revista não identificada)
Empresa de Charutos Suerdieck (Revista não identificada)
Na festa de São Bartolomeu sempre aparecia um fotógrafo. (Fonte não identificada)
Residencial do Coronel Alexandre Alves Peixoto
Terno de Reis (Major)
Terno de Reis (Major)
Terno de Reis (Major)
Altar de São Bartolomeu (Major)
Altar de São Bartolomeu (Major)
Santa Casa de Misericórdia, no bairro das Palmeiras (Major)
Presépio da Igreja de São Bartolomeu (Major)
Casa de Câmara e Cadeia em Maragogipe (Foto de jornal não identificado)
Suerdieck (revista não identificada)
Rua Fernando Suerdieck (Major)
Após algumas pesquisas, Fernanda Reis, em sua dissertação intitulada "A Festa do Excelso Padroeiro da Cidade das Palmeiras: O culto a São Bartolomeu de Maragogipe (1851 -1943)" nos contemplou com outras imagens, abaixo relacionadas.

Trecho da rua D. Macedo Costa. Nivelamento e calçamento a paralelos rejuntados a cimento inaugurados em 1940.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Fachada da Casa de Câmara e Cadeia de Maragogipe, estilo colonial, construída em 1727.
Fonte: FALCÃO, Edgard de Cerqueira. Relíquias da Bahia (Brasil. São Paulo: MCMXL, 1940, p.323
Rua Benjamim Constant. Nivelamento e calçamento a paralelos rejuntados a cimento inaugurados em 1939.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Vista do cemitério público do hospital da Santa Casa de Misericórdia
Fonte: Álbum da Bahia, (S.I.): Edição Folgueira, 1930, p.419.
Rua Bernardino Borges. Calçamento inaugurados no exercício de 1938-1939
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Fachada do Hospital e da Igreja de Santa Casa de Misericórdia
Fonte: Álbum da Bahia, [S.I}: Edição Folgueira, 1930, p. 419
Fachada da Igreja da Matriz de São Bartolomeu
Fonte: Álbum da Bahia, [S.I,]: Edição Folgueira, 1930, p. 419.
Vista da cidade de Maragogipe, foto tirada do Hospital da Santa Casa.
Fonte: FALCÃO, Edgard de Cerqueira. Relíquias da Bahia (Brasil). São Paulo: MCMXL, 1940, p.325.
Interior da Igreja Matriz de São Bartolomeu
Fonte: Álbum da Bahia, [S.I.]: Edição Folgueira, 1930, p. 419
Praça J.J. Seabra. Calçamento a paralelos rejuntados a cimento, jardinamento e pavimentação, inaugurados em 1939.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Interior do salão nobre, onde se realizam as reuniões da Irmandade do Hospital da Santa Casa de Misericórdia
Fonte: Álbum da Bahia, [S.I],: Edição Folgueira, 1930, p.420.
Rua Dr. Rodrigues Lima. Calçamento a paralelos rejuntados de cimento 1940.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Nivelamento e calçamento a paralelos rejuntados da rua Quintino Bocayuva, Inaugurados em 1939.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Coreto da Praça Conselheiro Antonio Rebouças, construído a cimento armado, no exercício de 1938 a 1939.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.
Praça Ruy Barbosa. Calçamento a paralelos rejuntados a cimento, jardinamento e pavimentação, inaugurados em 1940.
Fonte: Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) - Setor de Arquivos Privados.

Mais fotografias poderão ser expostas ao longo do tempo e em outras postagens.