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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Capes aprova novo mestrado profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas na UFRB

O novo curso de Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O curso contará com 15 vagas anuais e será ministrado no campus de Cachoeira.

Formar profissionais aptos a desenvolver de forma plena e inovadora o projeto de aplicação da Lei 11.645 de 2008, que torna obrigatório o ensino de História da África, da Cultura Afro-Brasileira e da História Indígena, é um dos objetivos do curso. "Em 2013, completa dez anos da referida Lei que obriga que os currículos da educação básica incluam a História e Cultura da África e dos Afro-brasileiros. Logo, a aprovação desse curso representa uma conquista em relação ao propósito de contribuir com esse Projeto de Educação das Relações Étnico Raciais", aponta o professor Claúdio Orlando, um dos coordenadores do projeto.

O curso de pós-graduação lato sensu foi formulado a partir das experiências dos membros do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) do Recôncavo da Bahia ao realizar o Curso de Especialização em História da África, da Cultura Afro-Brasileira e Africana. Nele, foram reunidos cerca de 170 professores das redes de ensino público dos municípios de Santo Amaro, Cachoeira, São Felix, Muritiba, Cruz das Almas, Amargosa, mutuípe e Brejões. "A partir da experiência da especialização, os membros do NEAB e professores do Curso de História do CAHL enviaram a Apresentação de Propostas de Cursos Novos (APCN) do Curso de Mestrado Profissional para a Capes", relata o coordenador do NEAB, professor Antonio Liberac.

"O Mestrado representa um avanço para formação e pesquisa no campo da História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas, ao tempo que amplia o comprometimento da UFRB em relação à formação de estudantes egressos das graduações, dos professores que estão concluindo o curso de especialização realizado pelo NEAB, e demais interessados na temática", aponta Claudio Orlando. Das vagas disponíveis, 50% serão para atender professores das redes de ensino estadual e municipais e 10% para servidores técnicos-administrativos, as demais são para livre concorrência.

Além de Orlando e Liberac, os professores Rosy de Oliveira, Sergio Guerra, Emanoel Soares, Juvenal de Carvalho, Rita Dias, Leandro Almeida, Osmundo Pinho, Walter Fraga e outros nomes atuaram juntos na elaboração do projeto que contou ainda com a apoio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação. O Curso foi estruturado com corpo docente formado por 19 professores, dos quais 16 doutores e 3 mestres. A previsão de oferta do curso é o primeiro semestre letivo de 2014.

Fonte: UFRB

sábado, 13 de julho de 2013

Mateus Aleluia faz abertura do projeto “OURUA Cultura, Arte e Educação” no Recôncavo Baiano


Projeto “OURUA – Cultura, Arte, Educação” inicia atividades com Mateus Aleluia e Palestra Musical Afro-Barroca em Cachoeira

A fim de contribuir com o desenvolvimento humano e cultural no Recôncavo Baiano a Casa de Barro iniciará no dia 15 de Julho o projeto Ourua - Cultura, Arte, Educação. O lançamento será marcado pela Palestra Musical Afro-Barroca com Mateus Aleluia, no auditório da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em Cachoeira, às nove horas.

OURUA trata de uma tribo africana que era rica e se destacava dentre as demais pela sua arte e cultura. Numa analogia a esta “tribo do desenvolvimento”, esta iniciativa atuará com diversas ações tendo a formação e fruição artístico-cultural como instrumentos de transformação social. Serão desenvolvidas formações, oficinas de arte e cultura, além de uma programação artística periódica nas comunidades de Cachoeira, Maragogipe e São Félix. Ao final será publicado um livro de socialização da experiência e reflexão da cultura, da arte e da educação como potenciais para a promoção do desenvolvimento de territórios. O público alvo são crianças, adolescentes, educadores (formais e não formais) e a comunidade em geral.

A abertura com Mateus Aleluia marca o propósito da sensibilização da comunidade para o patrimônio cultural do Recôncavo Baiano. A Palestra Musical Afro-Barroca faz uma abordagem sobre a história do povo oriundo do continente africano e seu legado para o Brasil, trazendo de forma evidente no seu repertório mensagens de cidadania. Aborda também o sincretismo cultural e religioso das culturas indígena, barroca e africana e o perfil cultural que hoje confere à Bahia a condição de poder afirmar que o Estado é a maior expressão afro-descendente fora da África.

A abertura será gratuita, aberta ao público.

Este projeto conta com o apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia / Secretaria de Cultura / Secretaria da Fazenda / Governo do Estado da Bahia.

SERVIÇO
O que: Abertura OURUA com Palestra Musical Afro-Barroca de Mateus Aleluia
Data: 15 de julho de 2013 (segunda-feira)
Hora: 9h
Onde: Auditório do CAHL/UFRB, Cachoeira/BA
Custo: Gratuito
Mais informações: www.casadebarro.org / casadebarro@gmail.com / (75) 3425-5396

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Maragogipe: Escrituras, Cartas de Alforria e Contratos de 1804 a 1970, encontram-se no NUDOC/UFRB

O Núcleo de Memória e Documentação (NUDOC) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) recebeu, no último dia 30 de novembro de 2012, 108 livros de notas do tabelionato do Fórum Professor Raul Chaves, da Comarca de Maragojipe. 

São livros que abarcam o período de 1804 a 1970 e trazem registros de escrituras de compra e venda de imóveis, cartas de alforria e contratos diversos que revelam facetas ainda desconhecidas da história do Recôncavo. Este raro e valioso acervo se juntará a nove livros cartoriais de registros de casamentos e óbitos e 324 caixas de processos crimes e cíveis. 

Contrato de Conceição do Almeida, no termo de Maragogipe (Clique para ampliar)
Após o recebimento deste acervo, o NUDOC e o TJ-BA, conforme termo de cooperação técnica, concluiu a transferência dos documentos históricos da Comarca de Maragojipe, totalizando 441 documentos. Os próximos acervos que serão transferidos são os das comarcas de Cachoeira, São Félix, Santo Amaro, Cruz das Almas e São Sebastião do Passé. 

Este acervo já se encontra disponível para consulta de pesquisadores e demais interessados. O NUDOC está localizado na Rua Anna Nery, nº 9, Centro, Cachoeira-BA.

Fonte: UFRB

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Pesquisadores da UFRB e UNIFACS propõem novos roteiros turísticos no Recôncavo

Caminhos do Recôncavo é o título do documento que sintetiza o Inventário do patrimônio cultural dos municípios de Santo Amaro, Cachoeira e Maragogipe. O documento publicado será lançado em Salvador, dia 17 de abril, às 17 horas, na Secretaria de Turismo e dia 05 de maio, às 16 horas, em um evento do Curso de Serviço Social da UFRB.

Informações referentes à produção artística e artesanal, às manifestações e tradições, grupos culturais, espaços culturais, bens imóveis e instituições culturais; um diagnóstico da situação atual do turismo nessa região, com o levantamento dos atrativos potenciais; a identificação de roteiros turísticos temáticos; propostas para a estruturação de um modelo de gestão para o turismo regional; indicações de um programa de sensibilização da comunidade local para a atividade turística; e, por fim, um conjunto de proposições que visam promover o desenvolvimento do turismo regional.

A pesquisa

Coordenado pelas professoras doutoras Lúcia Aquino de Queiroz, da UFRB, e Regina Celeste de Almeida Souza, da UNIFACS, o estudo é fruto de parceria entre pesquisadores da Universidade Federal do Recôncavo Baiano e da Universidade Salvador com a Secretaria de Turismo e a Bahiatursa. O estudo, desenvolvido em atendimento ao Edital 0306/2007 do Programa Monumenta/BID, Unesco e Ministério da Cultura (MinC), propõe alternativas concretas para o desenvolvimento sustentável do turismo no Recôncavo Baiano, através da implantação de roteiros turísticos integrados que contemplem as potencialidades de municípios detentores de um valioso patrimônio histórico-cultural e também natural, como Cachoeira, Maragojipe e Santo Amaro, e propiciem a inserção das comunidades locais, agentes centrais desse processo, favorecendo a minimização das condições de pobreza atualmente existentes. Caminhos do Recôncavo buscou também apresentar linhas de ações estruturantes para o se desenvolvimento turístico e indicar projetos necessários e possíveis de execução nos três municípios. Objetivando-se a que o turismo possa contribuir efetivamente para o alcance do desenvolvimento endógeno doRecôncavo Baiano, procurou ainda enfatizar a importância da estruturação de um macroplanejamento regional, articulado à proposta de constituição de um ou alguns aparatos efetivos de gestão do turismo regional, que contemple esta atividade como prioritária, associada aos sistemas econômico, ambiental, cultural e social.

Para a coordenadora Lúcia Aquino, 'o documento não esgota o potencial existente nos municípios objeto de estudo. Novas análises e aprofundamentos podem e devem ser realizados a partir das informações divulgadas, por isso esperamos que o trabalho possa ser útil aos interessados nos temas tratados — gestores públicos, privados, professores, estudantes, investidores, instituições de fomento à atividade turística, agentes do turismo, de forma geral, partícipes de organizações não-governamentais —, e que possa aportar favoravelmente para o desenvolvimento do turismo — como se deseja, de um turismo indutor do desenvolvimento local/regional; de um turismo que contribua, efetivamente, para o alcance do desenvolvimento dentro do próprio Recôncavo Baiano'.

A elaboração do estudo Caminhos do Recôncavo envolveu a formação de uma equipe técnica multidisciplinar, composta por professores doutores e mestres, economistas, geógrafos, historiadores, bacharéis em turismo; por mestrandos do Programa de Desenvolvimento Regional e Urbano; por alunos da graduação do curso de Turismo da Unifacs e por alunos da UFRB, dos cursos de História, Museologia e Cinema. São componentes da equipe:

Coordenação Técnica do Projeto
Profª. Dra. Lúcia Maria Aquino de Queiroz (UFRB)
Profª. Dra. Regina Celeste de Almeida Souza (UNIFACS)

Pesquisadores (UFRB)
Bárbara Lúcia Ferreira Cerqueira; Bruna Helena Farias Barreto; Daniela de Andrade de Almeida; Edvaldo M. da Silva; Emanuel Silva Andrade; Evânia Lima de Barros; Fernanda da M. dos Santos; Izadora Chagas; Marilene Trancôso Nolasco; Vítor Rheinschmitt de Brito; Vonaldo Lopes Mota; Zevaldo Luiz Rodrigues de Sousa

Equipe Técnica
Consultoria Técnica
Denise Magalhães
Frederico Bomsucesso
Mariana Lacerda Barbosa Filha
Mércia Maria Aquino de Queiroz

Edição de Texto
Valdomiro Santana

Supervisão de Pesquisa
Elizete Paixão
Patrícia Verônica Pereira dos Santos
Veralucia Alcântara

Apoio ao Trabalho de Campo
Dilma Rebellatto Beato

Apoio Técnico
Andréia Brandão (SETUR)
Antônio Moraes (BAHIATURSA)
Natália Coimbra de Sá (UNIFACS)

Apoio Administrativo
Veralucia Alcântara

Estagiárias
Fernanda Almeida (UNIFACS)
Rachel Segatti (UNIFACS)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Laboratório de Ensino de História do Recôncavo da Bahia integra ensino, pesquisa e extensão


O Laboratório de Ensino de História do Recôncavo da Bahia é um dos maiores orgulhos dos pesquisadores da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) e uma das formas de concretização da integração entre ensino, pesquisa e extensão. Nós, estudantes de História da UFRB, entendemos que um dos princípios da graduação em Licenciatura em História da UFRB é essa integração que o curso procura atingir os objetivos gerais a que se propõe uma universidade pública e gratuita no Brasil. 

Segundo o próprio site "Constitui-se num espaço de integração entre as atividades docentes e discentes na graduação, auxiliando a produção e difusão de pesquisas e atividades extensionistas. Além disso, articula-se, num diálogo profícuo, com os atores da rede escolar do Recôncavo e com a comunidade em geral, visando a melhoria do ensino básico na região.

Proposto e mantido pelo colegiado do curso de Licenciatura em História, está vinculado ao Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da UFRB. Localiza-se na sala 6 do Quarteirão Leite Alves, em Cachoeira, estado da Bahia."

Vale a pena conferir. Basta clicar no link: http://www.ufrb.edu.br/lehrb/

segunda-feira, 12 de abril de 2010

I Colóquio Regional de História Colonial

Fonte: UFRB

Os estudos acerca do período colonial têm sido gradativamente objeto de pesquisas e reflexões nas universidades públicas baianas. Com o objetivo de promover um maior estreitamento dos laços entre os pesquisadores dessas instituições e uma maior divulgação dos estudos que envolvam esta temática, será realizado nos dias 29 e 30 de Abril o I Colóquio Regional de História Colonial.

O Colóquio será realizado no Auditório do CAHL, veja abaixo a programação completa:




Programação:
1º dia – 29 de abril
09h00 – 09h30 – Abertura
09h30 – 11h30 – Mesa 1
História religiosa: práticas e instituições
Humberto José Fonseca (UESB) – Rituais da corte: ritualidade, sociabilidade e poder na América portuguesa
Evergton Sales Souza (UFBA) – As constituições primeiras do arcebispado da Bahia
Fabrício Lyrio Santos (UFRB) – As cartas de Nóbrega e a conversão do gentio
Camila Fernanda Guimarães Santiago (UFRB) – Produção, comércio e consumo de gravuras religiosas no mundo luso-brasileiro: incentivos e controle do Estado Português na segunda metade do século XVIII e início do XIX
Mediador: Leandro Antônio de Almeida (UFRB)

14h30 – 16h30 – Mesa 2
Modos de repressão no Império Colonial português
Roque Felipe Oliveira Filho (UESB) – Crimes e perdões na ordem jurídica colonial. Bahia (1750-1808)
Marco Antônio Nunes da Silva (UFRB) – A Bahia nos cadernos do Promotor: perspectivas de pesquisa
Grayce Bonfim Souza (UESB) – Pontas dos longos tentáculos: agentes do Santo Ofício português na Bahia setecentista
Suzana Severs (UNEB) – Relações de vizinhança: cotidiano da Bahia setecentista em processos inquisitoriais
Mediador: Antonio Liberac Cardoso (UFRB)

19h00 – Conferência I
Conferencista: Kalina Vanderlei Paiva da Silva (UPE)

2º dia – 30 de abril
09h00 – 11h00 – Mesa 3
Economia e relações de poder na América portuguesa
Caio Figueiredo Fernandes Adan (UEFS) – Soberania e territorialidade na América Portuguesa: a colonial comarca dos Ilhéus (1763-1808)
Luiz Antonio Araújo (UFRB) – Contratos, fiscalidade e comércio na Bahia (1641-1730): notas de pesquisa
Maria José Rapassi (UFBA) – Viver honradamente na Salvador do século XVIII
Avanete Pereira Sousa (UESB) – Poder, política e economia na Bahia colonial
Mediadora: Rita Almico (UFRB)

15h00 – 17h00 – Mesa 4
Escravidão e identidades afro-brasileiras
Adriana Dantas Reis Alves (UEFS) – Beleza negra, cultura sexual e escravidão
Carlos Eugênio Líbano Soares (UFBA) – Nações africanas na Bahia escravista
Lucilene Reginaldo (UEFS) – André Couto Godinho, preto, natural do Brasil, missionário no Congo: trânsitos atlânticos da “gente de cor” no Império Português (1779-1788)
Tânia Maria Pinto de Santana (UFRB) – Os negros e a devoção mariana na concepção do clero baiano colonial
Mediador: Walter Fraga (UFRB)


19h30 – Conferência II
Conferencista: Maria Hilda Baqueiro Paraíso (UFBA)

Comissão organizadora:
Marco Antônio Nunes da Silva (UFRB), Fabrício Lyrio Santos (UFRB), Tânia Maria Pinto de Santana (UFRB), Grayce Bonfim Souza (UESB) e Avanete Pereira Sousa (UESB).